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Advogado com escritório ao fundo

Trabalhando sem carteira assinada?

Reconhecimento de vínculo de emprego: Avalie seu caso com um especialista.

Se você trabalhou como “PJ”, sem registro, ou teve direitos negados, podemos analisar documentos e orientar o melhor caminho com segurança jurídica.

Atendimento online imediato.

Sigilo e orientação personalizada.

Isso pode fazer sentido para você se…

1. Trabalhou com subordinação: Tinha chefe, recebia ordens diretas, não podia recusar tarefas.

 

2. Cumpria horário ou escala fixa: Precisava estar disponível em horários específicos, com controle de ponto ou presença.​

 

3. Recebia pagamento recorrente: Salário mensal/quinzenal, mesmo sendo emitido como "fatura" ou "pró-labore".

 

4. Não podia se fazer substituir livremente: A empresa não aceitava que outra pessoa fizesse seu trabalho.

Faculdade de direito
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Duvidas frequentes (FAQ):

"Trabalhei como PJ, posso pedir vínculo?"

 

Sim, se houver elementos de subordinação, habitualidade e pessoalidade. O nome do contrato não impede o reconhecimento.

"Preciso ter carteira assinada para ter direitos?"


Não. A ausência de registro não exclui a relação de emprego, desde que comprovados os requisitos legais.

"Se eu perder a ação, tenho que pagar algo?"

Nos modelos de honorários condicionais (percentual sobre o ganho), você só paga se houver êxito. Em caso de perda, não há cobrança de honorários advocatícios. Eventuais custas processuais (quando aplicáveis) são previamente discutidas e autorizadas.

"Quanto tempo tenho para entrar com ação?"


O prazo geral é de 2 anos após o fim do contrato, mas varia conforme o caso. Consulte um advogado para análise específica.

"Quais documentos devo separar?"


Tudo que comprove o trabalho: contratos, mensagens, e-mails, comprovantes de pagamento, fotos, testemunhas.

"Como sei se meu caso tem chance de ganho?"

A chance depende da qualidade das provas (documentos, mensagens, testemunhas) e da presença dos requisitos legais (subordinação, habitualidade, pessoalidade, onerosidade). Nossa análise inicial identifica pontos fortes e fracos, e indicamos com transparência a viabilidade — sem promessas, mas com base na jurisprudência e na experiência prática.

"O atendimento é online?"


Sim, realizamos análise e orientação inicial totalmente online, com sigilo garantido.

"Quanto custa a consulta inicial?"

A análise preliminar é gratuita. Você envia um resumo do caso e os documentos básicos, e avaliamos a viabilidade sem custo. Se houver base para prosseguir, explicamos as opções de honorários (que podem ser percentual sobre o resultado ou valor fixo por etapa, conforme o caso) com total transparência antes de qualquer compromisso.

"Posso entrar com a ação sozinho(a), sem advogado?"

Em matéria trabalhista, a lei exige a assistência de advogado para propositura de ação. A atuação técnica é essencial para a análise probatória, cálculo correto das verbas e estratégia processual. Nossa orientação inicial ajuda justamente a evitar erros que possam prejudicar seu direito.

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O que você pode esperar do nosso atendimento:

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Clareza:

Você sai entendendo o cenário, as alternativas e os próximos passos, com linguagem simples e objetiva.

Objetividade:

A análise vai direto ao que importa: fatos, datas, documentos e registros, para organizar o caso com consistência.

Transparencia:

Você recebe explicação clara sobre riscos, possibilidades e custos/honorários antes de qualquer decisão de avançar.

  • Dr. Bruno Lahud Mello - OAB/RJ 157.725;

  • Pós-graduação em Direito e Processo do Trabalho; 

  • Pós em Expert em Execução;

  • Atuando desde 2009, com experiência prática tanto na representação de reclamantes quanto de reclamadas,  com autonomia, organização e responsabilidade, do atendimento inicial à condução estratégica do caso;

  • (21) 99766-5570;

  • brunolahud.adv@gmail.com;

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